"Vivências". A falta de palavras serão compensadas pelas imagens. Assim é…espero

14º Festival Folclore Internacional Alto Minho Cerveira

Dos grupos presentes Turquia, Peru, Irlanda do Norte e Portugal, somente o de Portugal (Sopo) ainda não tinha visto.Uma má opção nas definições da câmara, resultaram num álbum menos conseguido, por isso a escolha das fotos que anexo.Um pormenor que eu tenho apontado até aqui, são os sorrisos francos e abertos dos elementos dos grupos estrangeiros. Perguntei muitas vezes se eles não tinham tristezas.Pois bem no rosto do grupo português (Sopo), muito bom e cá da casa, não vi qualquer sorriso, fizeram a diferença neste aspecto. Será que não têm motivos para sorrir?

Vejam álbum.

14º Festival Folclore Internacional Alto Minho VNC
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6 responses

  1. Amigo José Ferreira,As dificuldades não o impediram de nos apresentar uma boa colecção de fotos com a qualidade a que nos habituou.Claro que os portugueses não têm estímulo para sorrir. Começa na escola em que ter boas notas não dá satisfação, porque já não se chumba nem se é retido no mesmo ano. Desapareceu o prazer da competição, de ajudar aqueles que precisavam de melhorar a nota para passarem de ano. Só se fala em direitos, pelo que não se obtém prazer em cumprir um dever, seja de casa ou de rua.E, por outro lado os políticos não reparam que existem pessoas, senão nas campanhas eleitorais. Normalmente pisam o povo e sacam-lhe as parcas economias, com o desplante com que os futebolistas pisam a relva dos estádios.Português não tem razões para sorrir.Um abraçoJoãoDo Miradouro

    04/09/2010 às 22:08

  2. O sorrir enquanto se desempenha determinada performance faz parte de todo um trabalho em que a expressividade do rosto se integra no todo da comunicação corporal. E exige trabalho específico porque a atenção ao andamento da música, aos passos da dança e à posição relativa do próprio face aos companheiros, absorvem o máximo de atenção e concentração, facilmente se esquecendo que o rosto, espelho da alma, é mais um elemento da comunicação tão ou mais importante que qualquer um dos outros. Outro dos elementos frequentemente esquecidos é a expressividade das mãos o qual, não sendo tão frequente no folclore por razões intrínsecas às próprias danças, encontramos muitas vezes noutras formas de expressão. As mãos perdem o seu poder comunicativo e a sua independência do antebraço, para se transformarem em porção indiferenciada dos membros superiores. A busca da perfeição obriga a 1% de inspiração e a 99% de transpiração. A busca da perfeição em fotografia obriga à aplicação da mesma fórmula. Parabéns pelo trabalho. Abraço. G

    04/09/2010 às 22:54

  3. Caros amigos João Soares e AGarrido,Eu sei que estes pequenos pormenores, revelam e refletem o estado da alma das suas personagens. O folclore é a forma com que as "gentes" exteriorizam, (normalmente)os ardumes da sua vida. PORTUGAL, sem dúvida esteve muito bem representado, neste aparte. Meus caros, aquele abraço doJFJF

    05/09/2010 às 13:36

  4. Não notei qualquer má opção nas definições, porque as fotos estão magníficas.Caro amigo, bom resto de semana.Abraço.

    09/09/2010 às 18:32

  5. Ao irmão querido José:Adentrando universo tuo,pratico,ciente das qualidades como artista ,na arte de fotografar e expressar arte tua!À parte a dicotomia tua em a realité, politique em terras tuas de sol nascente,somente Filho,Praticares!Mérito de um cidadão na arte da vida se expressar e VIVERRRR!Viva La Vida!Artista JOSÉ!

    19/09/2010 às 01:57

  6. Grato pelas simpaticas palavras, caros Nilson e Ramon.Abraço doJF

    29/09/2010 às 19:08

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