"Vivências". A falta de palavras serão compensadas pelas imagens. Assim é…espero

Monte S.Silvestre – Paredes Coura

É daqueles momentos que lamento não saber escrever poemas. O cenário bem o merecia.
Estas imagens sem umas palavras, poderiam parecer vulgares, mas não o são.
Sou um priveligiado, poder desfrutrar desta natureza.
O silêncio por aqui, impera. Já não se ouvem os melros, nem outras aves. Agora o único  “barulho”,  é o canto da água, corre por todo o lado.
Por vezes muito ao longe, um eco de tiros, são caçadores.
Os seres vivos que se avistam,  ou são garranos, ou ovelhas.
As eólicas nascem do chão, quase espontâneas, é o maior parque de geradores da Europa.
Os campos, são verdes mantas de retalhos.
Neste enorme espaço de liberdade e cores, apetece gritar, certo que ninguém ouviria.

Apreciem agora…sintam
Monte S.Silvestre – Paredes Coura
Anúncios

5 responses

  1. Fenomenal!
    Texto e imagens e já agora o fundo natalício do template.

    5*****
    Parabéns
    Beijo

    08/12/2010 às 21:55

  2. Concordo.
    Beijos do
    JF

    10/12/2010 às 12:01

  3. Creio, sem receio de me enganar, que este foi o post, publicado por ti, em que mais texto redigiste.

    Acho interessante que tenhas iniciado a escrita com um lamento sobre “não saberes escrever poemas” quando, a escrita poética, como qualquer outra forma de expressão da criatividade humana, mais não é do que o expressar, sincero e sentido, do que de mais profundo vai na alma. E lamentas “não saber escrever poemas” porque, perante a beleza arrebatadora com que o cenário te confronta, parecem-te as imagens que recolheste pouco capazes de verbalizarem todas as emoções que te percorreram nesse momento. Essa tua sinceridade, esse teu desalento, são, em si mesmo, um poema delicioso porque genuíno, despretensioso, sem métrica nem rima, mas sincero como as cores e os sons que, nesse dia, tanto te tocaram e te provocaram um desejo quase irreprimível de gritar pela certeza de que ninguém te escutaria…

    Não consigo imaginar que se pudesse escrever um poema mais sentido do que este teu…

    Não consigo imaginar como é que outro qualquer poema me diria, sobre ti e sobre o que sentiste, mais do que com este me disseste.

    Claro que também gostei das fotos mas, se não me levas a mal, desta vez perdi-me a desfrutar as tuas palavras.

    Abraço.

    G

    10/12/2010 às 22:14

  4. Agora fiquei sem palavras.
    Caro Garrido, o que dizes é uma grande parte do que senti. As outras, só subindo aquele monte e desfrutar…
    Voltarei lá.
    Grato pelas tuas palavras.
    Abração.
    JF

    PS.
    Não recomendo ir de bicicleta, embora seja uma boa opção.

    10/12/2010 às 22:48

  5. Bom dia amigo Garrido!

    Não pude deixar de ler o teu extraordinário e muito bem merecido comentário feito ao Ferreira!
    Estou naturalmente muito orgulhosa!
    O seu texto é tão belo quanto puro, solto, desempoeirado, saído da alma.

    Contudo,apraz-me dizer-te que não é contudo o seu maior texto, será muito diferente, mas também excelente este https://assime.wordpress.com/2009/10/07/campos-aos-cerejais/
    por exemplo.

    Beijinhos

    12/12/2010 às 12:55

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s