"Vivências". A falta de palavras serão compensadas pelas imagens. Assim é…espero

Chamosinhos antigo , dedicado ao amigo António Sanches


Como diz numa passagem dos seus contos, “os campos estão abandonados”.
Amigo António, não são só os campos, infelizmente há muitas outras coisas abandonadas.
Dedico-lhe especialmente este post, pois mesmo em abandono, estas propriedades têm a sua beleza. Muito mais agora, por tudo aquilo que os seus contos narram.

Chamosinhos – Centro antigo

clique sobre esta foto para ver o álbum

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9 responses

  1. Verdade.
    Também hoje lá estive 🙂
    Ouvi o coachar das imensas rãs que por lá proliferam e senti paz.

    Os cavalos não me deixaram aproximar-me…

    Perfeito trabalho fotográfico. Parabéns.

    Beijo

    01/03/2011 às 20:53

  2. Ao vivo tem outras cores e outros sons.
    Beijo.
    JF

    02/03/2011 às 13:43

  3. Uma realidade muito cativante.

    Parabéns pelo retrato.

    Abraço.

    G

    05/03/2011 às 11:13

    • Quem como nós, conhecemos a parte interior destas paragens, sabemos desta realidade.
      O que é agricultura, o antigo, está ao abandono.
      O progresso, a competição, os objetivos impostos, assim o obrigam. O lucro tem que ser imediato.
      É pena, é destas belezas que procurei dar conhecimento e o que o amigo António Sanches muito bem relata nas suas histórias de vida. vejam o http://rapazprovincia.blogspot.com/
      Abraço ao Garrido
      JF

      05/03/2011 às 11:45

  4. Espectacular!

    Parabéns pai pelo talento e pela capacidade de dar de ti aos outros.
    Só queria ter metade do teu talento.
    Abração deste que vos adora,
    Pedro Ferreira

    05/03/2011 às 20:37

    • Oi filho,
      O talento vem com a pratica.
      Verás que quanto mais clicas, melhor sairão.
      Beijo
      JF

      06/03/2011 às 17:10

  5. É triste realmente o que acontece no nosso país, a nível do abandono…
    Nunca se soube conservar…só querem destruir…fazer de novo(ou não fazer…)
    E temos coisas maravilhosas…que mereciam maior atenção.
    Cabe-nos a todos denunciar.
    Foi um prazer estar aqui.
    Um bj.
    Irene

    07/03/2011 às 17:57

  6. António Sanches

    Ná,
    Finalmente cheguei.
    Duas semanas de obras em casa e uma corrida de quatro dias à Armação de Pera, foram o motivo da minha ausência.
    Por esse motivo peço desculpa a todos os meus amigos da Casa Do Rau.
    Neste momento estou a ver o espantoso trabalho do amigo José Fernandes ao percorrer os caminhos de Chamosinhos, registar e mostrar na Casa como ainda resistem, mesmo
    degradadas, algumas habitações dos anos quarenta do século passado.
    Posso parecer demasiado saudosista mas… a verdade é que aquelas casas mesmo abandonadas e totalmente degradadas me fez lembrar as pessoas que nelas viveram.
    Por muito que a gente se queira alhear, vem sempre à nossa memória as vezes sem conta que, por aquelas portas entramos e saímos.
    Naquele tempo para mim tudo era grande.
    Hoje, quando olho para aquelas casas, fico muito admirado como foi possível alguém ter ali vivido uma vida inteira.
    Muito obrigado José Fernandes por essa ideia fantástica de me lembrar como eu goatava de obrigar as minhas rãs a mergulharem quando estavam a deliciarem-se ao sol.
    Obrigada à Ná por me ter lembrado dos girinos que, sempre que os levava para casa e me descuidava, eles voavam porta fora até parecia que tinham asas.
    Querem saber porquê?…
    Acho que não vou dizer agora.
    Pensando melhor, vou escrever um conto que vai explicar a razão que levava os girinos a voarem quando chegavam a minha casa.
    Muito obrigado aos habitantes da CASADORAU por me terem dedicado um momento tão emocionante como aquele de ouvir as minhas rãs a coachar para mim.
    Um beijão para a Ná e um abraço do tamanho do Mundo para o J.Fernandes do
    António Sanches

    07/03/2011 às 22:29

  7. Caro António Sanches,
    Bom regresso. Não tem nada que agradecer.
    Chamosinhos faz parte do meu trajeto habitual, nos meus passeios de bicicleta.
    Acredite que agora, cada ruína, tem outra dimensão e outro significado.
    Os seus contos fazem-me olhar e ver tudo de uma maneira diferente. Quase como se eu tivesse vivido cada uma das suas aventuras, neste mesmo lugar.
    Abraço amigo do
    JFerreira

    08/03/2011 às 00:27

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