"Vivências". A falta de palavras serão compensadas pelas imagens. Assim é…espero

1º Maio em Lisboa 2011


Sem dúvida a menos participada de todas, em que estive presente. (Foram muitas, a maior foi mesmo a de 1974)
As leituras podem ser muitas, cada um, faça a sua.
O governo fará a deles, com alguma satisfação, ou não…
Não sei porque a ditadura proibia esta manifestação, afinal em liberdade, vai acabar por se extinguir, naturalmente.

1º Maio em Lisboa 2011
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7 responses

  1. Veo que estuviste en la manifestación apoyando al movimiento obrero, yo estuve también aqui en Oviedo, hay que apoyar, en estos momentos de crisis en que la clase trabajadora esta perdiendo todo lo logrado en tantos años de lucha y sacrificio, al mundo del trabajo.
    Un abrazo.

    02/05/2011 às 22:13

    • Pois é isso JMIR,
      infelizmente os trabalhadores estão a perder direitos adquiridos no tempo do fascismo.
      Lutas que se travaram contra a ditadura. Agora em democracia, perdem-se.
      Isto está mau para a classe trabalhadora e reformados. Política e futebol, são o paraíso.
      Abraço do
      JF

      02/05/2011 às 23:24

  2. Pois é!
    Concordo contigo.
    Aposto que se não houvesse “porco no espeto” nem metade teriam ido.
    Triste, muito triste mesmo.

    Fica a magnífica reportagem fotográfica.

    Bj.

    03/05/2011 às 17:53

  3. Isa

    É realmente triste!
    Mas uma coisa é certa as pessoas cansaram-se “disto”.
    Beijo.
    isa.

    03/05/2011 às 18:24

    • Infelizmente caminhamos para o fim dos sindicatos e organizações que defendam os trabalhadores. O descrédito é a realidade que temos.
      Como diz a Isa, as pessoas cansaram-se dos políticos.
      Beijinhos Ná e Isa.
      JF

      03/05/2011 às 19:36

  4. António Sanches

    Pois é amigo JMIR,
    Aqui vai a minha ‘leitura’:

    Antes do 25/4, já existiam ‘alguns’ sindicatos, sendo que a maior parte deles eram dirigidos
    pelos Patrões. Na época, a grande maioria dos trabalhadores nem sabiam da sua existência.

    Depois do 25/4, apareceram sindicatos para todas as profissões.
    A luta sindical era renhida e produtiva. Graças aos sindicatos, os trabalhadores conquistaram os seus direitos.

    Uns aninhos depois, e a pouco e pouco, foi desaparecendo do seio dos trabalhadores o representante sindical.

    Depois e aos poucos, as direcções sindicais passaram a ser dirigidas por Directores, Chefes de Serviço e outras “patentes” pouco interessantes.

    A partir da década de 90 o movimento sindical deixou de ter peso perante a entidade patronal.
    Os direitos adquiridos pelos trabalhadores tomaram outras formas.
    As entidades patronais criavam novas leis com o aval dos sindicatos.
    As R.G.Ts (Reunião Geral de Trabalhadores), deixaram de fazer sentido.
    Os trabalhadores desacreditados anulavam as suas quotas.

    Isto é para vos dizer que a degradação e desinteresse não é uma novidade do Século XXI.
    Ao longo de mais de 20 anos que os trabalhadores são o “bode espiatório” daqueles que tem o poder de decisão nas mãos.

    É este o poder dos Sindicatos?
    Um abraço,
    A.S.

    05/05/2011 às 18:51

    • Amigo António Sanches, é uma apreciação muito válida.
      O que é certo, isto vai virar. Não é possível viver assim.
      O povo é calmo e sereno, mas há limites.
      Abraço amigo
      JF

      05/05/2011 às 22:24

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