"Vivências". A falta de palavras serão compensadas pelas imagens. Assim é…espero

“Na cidade do Porto Pelo olhar de Miguel Torga”


Quero agradecer aos realizadores deste “olhar” a possibilidade que me deram de poder “ver” de outra maneira, aquilo que durante anos via, mas bem diferente.
Belíssima viagem, com companhia a condizer.

“Na cidade do Porto pelo olhar de Miguel Torga”

“clicar sobre esta imagem para ver o álbum”

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12 responses

  1. Olá, José!
    Que bom o olhar que compartes!
    Primeiro fique com a respiração detida pela saudade, depois suspirei e, o melhor de tudo, descidi marcar num roteiro as coisas do Porto a rever e as coisas a procurar pela primeira vez. Só fico com pena porque acho que a história que acompanhou às imagens foi (é) imprescindível.
    E por outra banda, acho muito interesante a cor das imagens do interior da Sé.
    Um abraço.
    Lele

    23/10/2011 às 09:42

    • Assim é, Lele.
      Vivi no Porto muitos anos. Esta breve passagem por locais que eu percorria no passado, quase diariamente, foram agora “olhados” de uma maneira bem diferente. Isto porque este percurso foi também feito pelo Miguel Torga. Tive a felicidade de agora ter a “guia” Maria José Areal que fez da banalidade do passado, a descoberta de um novo e mais encantador Porto.
      Miguel Torga disse -“Eu gosto do Porto. Não do erudito de Sampaio Bruno ou do burguês literário do Ramalho. Gosto de um Porto cá muito meu…”
      Eu digo o mesmo.
      Sobre as imagens, há tanto belo a captar que tenho que lá passar uns dias.
      Abraço amigo
      JF

      23/10/2011 às 10:57

      • Miguel Torga disse (eu concordo por inteiro) e justifica este seu amor à cidade do Porto e à sua gente, ao londo desse pedaço de texto – O Porto – na obra “Portugal”
        As “coisas” e os acontecimentos, as terras e os tempos, sofrem da banalidade que o quotidiano lhe empresta e por nós consentido. Mas, bastará agarrar nas palavras que os escritores nos deixam. Fazêmo-nos à estrada, vontades na mochila, energia no olhar e… fazermos da tal banalidade um acto de vida, vivida na plenitude da (re) descoberta e no (re)encontro.
        Que sabor!!! Quanta alegria!!!
        Eu diria, que a cidade do Porto com as marcas de um Barroco patente no azulejo, na arqueitectura, nas fontes… empurra-nos até Nicolau NAzoni (que boa sensação revê-lo) para lhe rendermos a homenagem que se exige.
        Por outro lado, a estrutura urbanistica desta maravilhosa cidade, faz-nos deambular como se estivessemos dentro do todo com olhar de embalar. Aquela “fuga” dos Clérigos até à igreja de santo Idefonso, da Rua das Rosas à Ribeira, o espanto de entrar na sala de estar da cidade (Avenida dos Aliados) …faz-nos sentir, que Torga amava uma das maiores maravilhas já vistas.
        Voltar precisamos. Sentir os becos e os cantos nos cantos do coração é saber da vida.

        Queria destacar, das tuas maravilhosas fotografias… uma tirada no pátio da “Casa do Infante” SOBERBA”, amigo. Voto nela e em ti.
        Abraços

        23/10/2011 às 21:40

      • Uma das razões porque me dói nas visitas a esta cidade, é ver o estado de degradação de alguns (muitos) edifícios. Não sou saudosista, mas neste particular, preferia as vistas de há 20 anos atrás.
        Sobre as fotos, mais um pormenor desta cidade, fica sempre bem.
        Grato e abraço amigo,
        JF

        24/10/2011 às 11:16

  2. O meu Porto (re)visitado e (re)descoberto pelas tuas fotos magníficas.
    Bj

    23/10/2011 às 11:43

    • Diferente, mas com o encanto do antigamente.
      BJ

      23/10/2011 às 20:12

  3. Maria Ines Monteiro

    Maravilhosa viagem cultural vivida na cidade do Porto. Sob o tema “pelo olhar de Miguel Torga”.Foi um envolvimento rico que revelou em cada momento o grande sabor dos seus saberes.
    Viveu-se cada momento com entusiasmo e vontade de mais.
    É de agradecer aos organizadores, que continuam a rebelar uma boa e proveitosa escolha nos eventos que têm proporcionado.
    As lindas fotos na pessoa de José Ferreira que revela uma grande sensibilidade no que capta para depois deliciar quem olha e volta a reviver o acontecimento.
    Um grande agradecimento a todos e bem haja quem tanto sabe fazer.
    Muito obrigada.
    Maria inês

    23/10/2011 às 20:09

    • Totalmente de acordo.
      Eu continuo a dizer que somos uns privilegiados por termos organizadores deste calibre.
      Agradeço pela minha parte, é sempre um prazer captar estas belezas.
      Abraço
      JF

      23/10/2011 às 20:15

  4. Pois, assim é e terá que ser. Juntar os que tão bem sabem captar imagens, com amor e sentido de uma beleza estética (luz, angulos, sombras, movimentos…) simplesmente fantástica., áqueles que nos dão o prazer de nos aceitar como “orientadores” de viagens por outros já feitas e nunca esgotdas, fazem tudo isto: Alegria, beleza, encontros nas lembranças, descobertas por outros feitas e desfrutadas por todos quantos bebem sensibilidade pela manhã e saboream cada pedaço de vida.
    (Re) visitar o Porto é sempre uma acto de inteligência e de grande oportunidade no encontro com a força da vida. São as pessoas, os monumentos e as suas memórias; são as nossas memórias e os nossos atrevimentos de tecer parcerias com o ontem, numa porjecção fecunda para futuro.
    Com a tua máquina, sensibilidade, talento e sentido no momento, a visita à cidade do Porto “pelo Olhar de Torga” teve como corolário estas manhificas fotografias que nos deixas, para nosso deleite e prolongamento das emoções que vivemos neste sábado.
    Obrigada do coração, a ti José Ferreia e aos outros, companheiros de viagem o meu agradecimento por me aceitarem como sou; Torguiana na exigência e ousada na ventura.
    Abraços
    Maria José Areal

    23/10/2011 às 21:07

    • Eu tenho a minha forma de gostar do Porto. Não sei explicar como nem porquê. Adorava passear a pé pelas ruelas e vielas, parte delas agora revisitadas. A maioria das fotos do passado foram captadas em muitos dos locais que fizeram parte desta visita. Só que em períodos nocturnos. Quando pedi transferência para trabalhar em Monção, um dos meus amigos disse que me dava seis meses para retornar ao Porto. Quando se conhece a gente daquela cidade e se vive naquele meio fica-se com esse sentimento, “ser impossível viver noutro lugar”. Passaram já vinte anos, neste regresso parte desses sentimentos saltaram na memória. Mas eu estava num grupo de amigos, mais recentes, mas que não o seriam se não tivesse feito esta opção de vida.
      Eu é que fico grato a todos em particular à Maria José Areal, responsável por tão maravilhoso regresso ao bom passado.
      Agora que começo a descobrir porque gostava do Porto, vou ter que obrigatoriamente ler o que Torga escreveu sobre a cidade, aí estará o resto que me falta para completar, esclarecer e deixar de ter, o porquê?.
      Renovo os agradecimentos, forte abraço
      JF

      24/10/2011 às 11:02

  5. José, boa noite!
    Há já uns anos que não vou ao Porto, deu para recordar alguns lugares.
    Um belo passeio, sem dúvida, parabéns pelas fotos, excelentes, como sempre!

    Beijinho,
    Ana Martins

    25/10/2011 às 02:06

  6. Grato Ana Martins,

    O Porto visto desta forma, com um grupo de amigos, tem outro encanto.
    Foi uma jornada realmente maravilhosa.
    Beijinho
    JF

    29/10/2011 às 09:41

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